Notícias Gospel

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Cultura ou ignorancia?



Em nosso país algumas aldeias indígenas possuem o costume de enterrar, ainda vivo, uma criança que nasce com deficiência ou até mesmo em caso de gêmeos. Para eles estas crianças possuem maldição dos deuses e devem ser mortas para que não os aborreçam. Isso pode ser confirmado com o filme “Hakani” dirigido pelos próprios nativos, vítimas de sua própria cultura. (http://www.youtube.com/watch?v=x92KN-xJGVA)
Alguns meses atrás, acompanhamos o pronunciamento de nosso presidente Luiz Inácio a respeito de uma mulher acusada de morte por apedrejamento, sob acusação de adultério. O mesmo após ser negado asilo político à mulher iraniana, comentou que não podemos interferir na soberania de cada país. e mais uma vez mudou sua opinião sobre alguma coisa.(Revista Veja) Por outro lado, a Bíblia é a palavra que nos mostra o caminho de retidão e nos da liberdade para pensar tendo a consciência de vida e de pecado.
As declarações das leis brasileiras afirmam que os direitos da criança não podem ser sacrificados pelo bem de um grupo, são garantidos os direitos a vida. A lei Moadi tem esta proposta, ela reflete a insatisfação de Índios que não querem conviver com esse mal e lutam no congresso nacional para uma mudança na legislação de povos nativos.
Infelizmente, temos visto que foi relatado pelo filme, uma certa oposição aos incentivos em nome da vida indígena. Existem aqueles que não possuem um princípio básico de valor à vida e se prendem a manter o indígena em sua ignorância cultural. Pior ainda, são aqueles que não possuem este discernimento e não fazem questão de abrir os olhos para o entendimento que Deus nos dá. Independente de leis, costumes ou cultura, temos que ter um senso de retidão e cada vez mais o mundo tem se distanciado deste sentimento.
O sentimento de vida existe dentro de cada indivíduo. Tanto existe, que alguns índios, descontentes com esta prática tentam a todo custo aprovar leis que obriguem o governo a interferir e resgatar estas crianças. Da mesma forma, qualquer país que se prende a sua cultura a ponto de intervir na própria vida sempre estará sujeito a infelicidade. A religião não deve ser imposta, e sim pregada. Louvemos a liberdade religiosa em nosso país. Qualquer movimento que te obrigue a fazer algo, segmento político, religioso ou filosófico, no mínimo não deve ser o correto, pois revela que não possui bases para se manter. Cristianismo é isso!

sábado, 12 de junho de 2010

Não concordo com a riqueza do clero!

Se observarmos o texto de Levítico 2 “E quando alguma pessoa oferecer oferta de alimentos ao SENHOR, a sua oferta será de flor de farinha, e nela deitará azeite, e porá o incenso sobre ela;... e o queimará sobre o altar por oferta memorial, oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor” o incenso diante das ofertas significa fragrância e suavidade. Nos da uma idéia de que temos que prestar a Deus sacrifícios que o agradam, tendo bom cheiro, fragrância. Após o cumprimento do plano de salvação divino descobrimos que não a mais a necessidade de sacrifícios e ofertas por homens, pois Cristo é o Cordeiro que foi morto e sua obediência e santidade nos mostra a mais perfeita fragrância diante de Deus. Podemos dizer que o cristão carrega a marca da promessa de nova vida; em outras palavras, a humanidade carrega o aroma de sua ressurreição
No entanto, Paulo nos uma idéia mais profunda do sacrifício; “apresentei vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável...” Não oferecemos oferta mas devemos nos apresentar diante de Deus como a própria oferta, uma pequena devoção em tentativa de gratidão pelo imenso amor demonstrado em Cristo. Levando ao foco de Cristo vivo em nossas vidas “não vivo eu mas Cristo vive em mim”, fazendo assim abrimos mão de nossas vidas, vontades e ambições para que Cristo apareça e não nós mesmos.
Mas o que temos gerado diante de Deus como gratidão ao que fez por nós?
Paulo em uma de suas viagens encontrou uma vidente que falava em alta voz: “estes homens anunciam a salvação, são servos do Deus altíssimo...” (Atos 16:17) em demasiada repetição, e qual foi a atitude de Paulo? Repugnarão!
É com tristeza que vemos líderes que se vangloriam a si mesmos, de suas atitudes, de sua ciência como se fossem de extrema importância para a existência do Reino de Deus na terra. Constituem seus próprios ministérios, pois não existe igreja capaz de conter seu “reino”. Atitude inversa a de Paulo “... pois Deus me colocou um espinho na carne para que não me glorie... acerca do qual orei por 3 vezes e me respondeu: a minha graça te basta!”( 2 Cor. 12:7). Não exitou em pregar a Cristo da mesma forma que advertiu qualquer tipo de vaidade ou fanatismo que pudesse exaltar a si. O mesmo apóstolo, instrui aos seus pregadores através de Timóteo sobre a vaidade “... para que ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo...”. De fato, aquele que perde o foco de seu chamado não mantém a pura consciência (2 Tm 3:9) que Paulo instruiu e junta para si a soberba, fazendo assim não prega em nome de Deus e sim de homens: “haverá um tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas juntarão doutores para si em busca do que querem ouvir...”(2 Timot. 4:3)
De que lado você está? Dos doutores que vivem do evangelho por barganhas ou dos pregadores como Estevão que não só viveu, mas morreu pelo evangelho? Basta ver a história da igreja primitiva para entender que o que estes líderes estão apresentando Deus através de suas vidas é um evangelho sem cheiro, aos olhos humanos pode parecer notável, mas Deus nada sente, pois se esqueceram do foco principal da igreja: Cristo!